Chefe Chuva no Rosto

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O chefe guerreiro índio Chuva no Rosto (1835-1905), também conhecido por Ito-na-gaju, da tribo Hunkpapa Sioux, pertencente à nação Lakota, foi um dos maiores e mais respeitados heróis da guerra, vencendo o general George Custer e o seu 7.º Regimento de Cavalaria na batalha de Little Big Horn. (via Reddit)

Joachim Rønneberg

Morreu ontem, aos 99 anos, Joachim Rønneberg, o herói norueguês cuja acção, em 1943, enquadrado num grupo de resistentes, conseguiu desarticular a produção de água pesada, pelos nazis, necessária ao fabrico da bomba atómica.
Deste episódio da II Grande Guerra foram realizados dois filmes e (julgo) publicados dois livros. O filme de 1965 foi protagonizado por Kirk Douglas. O livro que saiu pela mesma altura do filme tem por título «Os Heróis de Telemark», da autoria de Knut Haukelid, também ele um dos heróis de Telemark. A capa do livro é do pintor Lima de Freitas (de uma época em que os artistas faziam capas para livros), edição Livros do Brasil.

A estátua de Joachim Rønneberg foi erguida na cidade de Ålesund, Noruega. A fotografia ao lado do livro refere-se à fábrica onde era produzida a água pesada para o fabrico da bomba atómica, que Joachim, Haukelid e os companheiros desarticularam.

Descoberta nau naufragada no rio Tejo junto ao ilhéu do Bugio 

Uma equipa de arqueólogos da Câmara Municipal de Cascais, do Projeto Municipal da Carta Arqueológica Subaquática do Litoral, descobriu uma nau que terá naufragado entre 1575 e 1625, e que é considerada a “descoberta do século”, segundo o município.

Seguir o link para ler a notícia completa

Fonte: “A descoberta do século”. Arqueólogos encontram nau naufragada no rio Tejo ao largo de Cascais – Atualidade – SAPO 24

Museu Arqueológico de Odrinhas (Sintra)

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O Museu Arqueológico de São Miguel de Odrinhas assenta os seus mais profundos alicerces no Renascimento, quando alguém – muito provavelmente Francisco d’Ollanda – decidiu reunir em torno da antiga Ermida de São Miguel um apreciável conjunto de monumentos epigráficos encontrados por entre as ruínas romanas ainda então visíveis no local.

O actual Museu Arqueológico de São Miguel de Odrinhas, aberto ao público em 1999, é um projecto de arquitectura de Alberto Castro Nunes & António Maria Braga com a consultoria de Léon Krier, e programa museológico de José Cardim Ribeiro.

Do site do Museu

Feiras medievais

Não sou apreciador das feiras medievais que, no verão, a pensar sobretudo nos emigrantes e em quem está de férias, são montadas um pouco por todo o país. Em geral são um arremedo do que seria uma feira medieval; algumas limitam-se a vender produtos actuais e comida por vendedores trajando “à época”. Também nunca percebi porque só existem feiras medievais. O país não teve outras épocas históricas? No Minho, por exemplo, que deu tanta gente para o Brasil, alguns regressando de lá, no século XIX, encordoados em ouro, brasileiros de torna-viagem, barões disto e daquilo, edificando solares e palacetes para morarem, poderia muito bem servir de tema para manifestações culturais semelhantes. Talvez não na rua, mas dentro de palacetes ou solares, que os há. E quem fala no século XIX, pode falar também no século XVIII, época de D. João V, ou anteriormente, na época dos Descobrimentos e do Renascimento. Enfim, só feiras medievais, parece-me um pouco redutor. Ainda mais quando apanhamos a desfilar uma personagem com óculos escuros, tipo Ray Ban. É forçar muito o medieval.

O papiro de Basileia

Durante meio milénio o fragmento indecifrável intrigou os especialistas. Mas um pouco de luz ultravioleta revelou um enorme surpresa

Património da cidade de Basileia há meio milénio, o pedacinho de papiro, escrito em espelho e de ambos os lados, intrigou gerações de especialistas. Que mensagem traria até hoje, desde há dois mil anos?

Supunha-se que poderia ser da autoria de Galeno, o médico romano, que só Hipócrates, o grego, suplantou em fama na antiguidade. Mas como confirmá-lo?

Fonte: Desvendado o mistério do papiro de Basileia: ″Uma descoberta sensacional″

Encontrado extracto da “Odisseia” de Homero

Placa de argila escavada em Olímpia contém 13 versos do poema. Os arqueólogos acreditam que pode datar do século III d.C..

Uma placa de argila contendo a transcrição de 13 versos da Odisseia, o poema épico de Homero, foi encontrada no decorrer de escavações em curso na antiga cidade de Olímpia, no sudoeste da Grécia. A notícia foi divulgada esta terça-feira pelo Ministério da Cultura grego, que avança como datação provável desta peça o século III d.C., ou mesmo antes.

Fonte: Foi encontrado o mais antigo extracto da “Odisseia” de Homero | Livros | PÚBLICO